O I'm OK pergunta, no horário combinado. Sem resposta, a família é avisada. Sem relógio extra. Sem feed. Sem rastrear o dia inteiro.
Na App Store, no mundo todo. Android vem a seguir.
Três passos. Nada mais para aprender.
Notificação no horário escolhido — a cada 12 ou 24 horas, ou o que fizer sentido.
Um botão grande. Esse é o check-in.
Sem toque, chega push, e-mail ou SMS. SOS é um toque quando precisa de ajuda agora.
Quem paga costuma ser o filho. Quem toca costuma ser o pai ou a mãe.
Letra grande, contraste alto, uma função.
Primeiro o lembrete. Depois as pessoas nomeadas.
Tipo sanguíneo, remédios, alergias — só no alerta de emergência, com opt-in.
Aviso imediato a todos os contatos de emergência.
Ver quem está bem sem ligar duas vezes por dia.
O app segue o telefone. Japonês, alemão, italiano, português e outros.
Localização só quando a pessoa compartilha. Sem venda de dados.
Quem você acompanha, numa assinatura da App Store.
Quem compra costuma ser filho ou filha. Quem usa costuma ser quem mora sozinho.
Saber que estão bem sem transformar amor em interrogatório diário.
Outro país, outro fuso. O alerta chega do mesmo jeito.
Independência, com uma rede.
Um lugar para ver quem confirmou.
"Fizemos o I'm OK porque sabemos o que é se preocupar com alguém que se ama, de longe."Marco e Gule, fundadores
A Apple cobra a assinatura. Planos família (2, 3 ou 5 pessoas), mensal ou anual. O preço é o da loja do seu país.
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